Grupo Vocacional São Benedito - Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, ofmcap -Teresina(ProCePi)
terça-feira, 2 de agosto de 2011

Numa noite de inverno do ano de 1216, enquanto o Homem Seráfico, aceso de zelo ardentíssimo, pensava sobre a conversão e a salvação dos pecadores, uma luz suave o circundou e um Anjo o convidou para a Capela, onde o esperavam Nosso Senhor, a sua Santíssima Mãe e muitíssimos Anjos. Francisco se prostrou na capela e adorou a Jesus e venerou a Virgem Santíssima e os Anjos. Enquanto ele se humilhava assim na vildade do seu nada, Jesus lhe deu a coragem de pedir a graça que lhe agradava. E São Francisco então, como novo Moisés, não pensou em si, mas em todas as almas e respondeu: "Senhor, peço que todos aqueles que, arrependidos e confessados, entrando nesta igrejinha, tenham o perdão de todos os seus pecados e a completa remissão das penas devidas às suas culpas". E Jesus a ele: "Grande é a graça que me pedes, ó Francisco; todavia, concedo-lha a ti, se minha Mãe me pedir". Francisco então pediu a mediação da Virgem Maria, a qual com sua súplica, seu Divino Filho concedeu a graça. Porém, quis que apresentasse ao seu Vigário, o Sumo Pontífice, para obter a sua confirmação.
Dito isto, cessou a visão e Francisco imediatamente foi ao Papa Honório III e ele, depois de várias dificuldades, lhe confirmou a graça, limitando-a, porém, a um dia somente, por todos os anos e fixando para esta o dia 2 de agosto, a começar das Vésperas da Vigília.
No dia 2 de agosto do mesmo ano de 1216, o Seráfico Pai, na presença dos Bispos de Assis, Perúgia, Todi, Espoleto, Nocera, Gúbio e Folinho, que foram convidados para a consagração da igrejinha da Porciúncula, diante de uma multidão extraordinária de fiéis, promulgou a grande indulgência que ele tinha obtido e assim foi aberto a todos os homens perpetuamente o incomparável tesouro do Perdão de Assis.
No dia 2 de agosto de 1216, São Francisco, o pobrezinho de Assis, anunciava ao povo diante da Porciúncula que havia conseguido, junto ao ...
domingo, 31 de julho de 2011
II ROMARIA DOS ACOLITOS - PARNAÍBA - PAROQUIA SÃO SEBASTIÃO
Tríduo e Romaria dos Acólitos em honra a São Tarcísio - 2011
PROGRAMAÇÃO
Dia 25/08 – QUINTA-FEIRA
18: 30h – Concentração: Salão da RCC (Com. Cristo Rei)
18: 30h – Concentração: Salão da RCC (Com. Cristo Rei)
19: 00h – Missa Solene de Abertura do Tríduo em Honra a São Tarcísio na Capela de Cristo Rei
Tema: Serviço
Dia 26/08 – SEXTA-FEIRA
18: 30h – Concentração na comunidade Cristo Rei e caminhada para a Comunidade João Paulo II
18: 30h – Concentração na comunidade Cristo Rei e caminhada para a Comunidade João Paulo II
19: 00h – Missa Solene na Capela Nsa. Sra. Das Grças (Com. João Paulo II)
Tema: Amor à Eucaristia
Dia 27/08 – SÁBADO
18: 30h – Concentração na comunidade João Paulo II e caminhada para a Comunidade São Benedito
18: 30h – Concentração na comunidade João Paulo II e caminhada para a Comunidade São Benedito
19: 00h – Missa Solene na Comunidade de São Benedito
Tema: Missão
Dia 28/08 – II ROMARIA DOS ACÓLITOS
07: 30h – Concentração na Comunidade São Benedito
07: 30h – Concentração na Comunidade São Benedito
08: 00h – Saída
INTINERÁIO DA CAMINHADA
Rua Madeira Brandão, Vírgilio Antunes e Av. São Sebastião, destino à APAE
ATRAÇÕES
- Kerubins
- Shekinah
- Louvart
- Alpha
- Ágape
- Shekinah Dance
- Glorificart
INFORMAÇÕES
Paróquia São Sebastião (86) 3322 1366
Coordenação dos Acólitos (Katrine Carvalho)(86) 9982 5771 ou 3322 7062
Assessor Paroquial da P.A. (Frei Alexandre) ( 86) 9904 8101 ou 8855 1072
PARTICIPE CONOSCO DESTA GRANDE FESTA!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Semana de Convivência Vocacional,Sobral-CE
Foi com as benção de São Francisco e da Beatíssima Virgem que a PROCEPI realizou na cidade de Sobral-CE, no período de 11 à 17 de julho, o Encontro de Convivência Vocacional.
Que neste ano teve como Tema: “Jovem, Tua Vocação, Tua Vida. O Encontro teve início ás 19h do dia 11/07 e contou com a presença de 17 jovens vocacionados, do promotor vocacional-Frei Deusimar de Souza, dos animadores: Frei Roberildo, Frei Ricardo Galeno e Frei Danilo.
O acolhimento foi feito por Frei Osmar Holanda – Mestre do Postulantado I e por Frei João Alberto – Guardião da Fraternidade, que com dedicação possibilitaram que todos fossemos acolhidos com ternura naquela Fraternidade.
Estiveram ali jovens das cidades: Sobral-CE, Fortaleza-CE, Aratuba-CE, Baturité-CE, Palmácia-CE, Pacajus-CE, Crato-CE, Teresina-PI, União – PI, Timon, Lavras da Mangabeira-CE e Acopiara-CE. Embora viessem de Locais diferentes traziam o desejo no olhar de mergulha no Carisma Franciscano.
Durante toda a semana os vocacionados receberam várias Formações sobre a História da Ordem Franciscana Capuchinha (Assessores: Frei João Alberto e Frei Nazário, Formação Cristã (Frei Santos) e Formação Humana (Gileno Campos). Todas entremeadas por momentos de orações e partilhas.
Além do aspecto formativo os candidatos experimentaram a vida em comunidade Fraternidade e quais os desafios que lhes apresentam na busca da vivencia comunitária.
Além dos momentos formativos e orações os vocacionados tiveram um dia de lazer, no qual puderam visitar a serra da Meruoca e alguns pontos turísticos da Região. Para encerrar esse dia os jovens realizaram uma “Noite Cultural Vocacional” onde apresentaram peças teatrais, músicas e brincadeiras.
No último dia do tivemos um momento com o Nosso Ministro Provincial – Frei Henrique, que se dirigiu aos jovens com a pergunta “Senhor, o que queres que eu faça?” Frei Henrique lembrou aos jovens a importância de se ter clareza daquilo que se busca e como se deve experimentar sua vocação, o chamado à Vida Religiosa.
O encontro foi encerrado com um almoço que contou com a presença da Fraternidade Local, vocacionados, animadores e do Ministro Provincial. Depois os jovens retornaram as suas cidades repletos do Júbilo franciscano, que consiste na Perfeita Alegria.
Além dos momentos formativos e orações os vocacionados tiveram um dia de lazer, no qual puderam visitar a serra da Meruoca e alguns pontos turísticos da Região. Para encerrar esse dia os jovens realizaram uma “Noite Cultural Vocacional” onde apresentaram peças teatrais, músicas e brincadeiras.
No último dia do tivemos um momento com o Nosso Ministro Provincial – Frei Henrique, que se dirigiu aos jovens com a pergunta “Senhor, o que queres que eu faça?” Frei Henrique lembrou aos jovens a importância de se ter clareza daquilo que se busca e como se deve experimentar sua vocação, o chamado à Vida Religiosa.
O encontro foi encerrado com um almoço que contou com a presença da Fraternidade Local, vocacionados, animadores e do Ministro Provincial. Depois os jovens retornaram as suas cidades repletos do Júbilo franciscano, que consiste na Perfeita Alegria.
terça-feira, 19 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
São Pedro e São Paulo
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto - SP
Toda construção que fazemos, para que ela tenha sustentabilidade, depende de uma boa base, de uma estrutura bastante sólida e resistente. Isto não é diferente quando falamos do cristianismo, todo ele centrado em Jesus Cristo, tendo Pedro e Paulo como as colunas fortes de primeira hora.
Não foi por acaso que Cristo chamou Pedro de “pedra”, como uma “gruta escavada na rocha”. É como pensar na Igreja internamente, nas suas estruturas e na sua força de sustentação. Cristo disse pessoalmente a ele: “Tu és pedra, e sobre ti construirei a minha Igreja”. Com isto ela teria base sólida.
A Igreja é constituída para exercer no mundo uma missão. Este aspecto está fundamentado em Paulo, o grande missionário dos primeiros tempos. Foi ele quem fundou as primeiras comunidades cristãs, era apaixonado por elas, chegando a dar a própria vida para que a Igreja tivesse vida.
No contexto da Igreja hoje, como pessoas de fé e integrados na comunidade cristã, somos herdeiros do sangue dos mártires de toda a história do cristianismo. Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, e Paulo, degolado. Ambos morreram e foram sepultados em Roma.
Ser Igreja supõe conhecimento, convicção e paixão por Jesus Cristo. Não basta uma prática superficial, aleatória, confusa, alienante e intimista do cristianismo. É preciso conhecer Jesus Cristo, e isto é mais do que uma questão de fé. É reconhecê-Lo na pessoa do outro e colocar-se a serviço dele.
Diante da pergunta de Jesus sobre quem era ele, Pedro disse: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. É expressão de familiaridade, de convivência e de entrega. A forma como os apóstolos eram acolhidos por Jesus deu a Pedro a certeza de que era Filho de Deus.
Esta certeza deve acompanhar a todos nós hoje. Não um fato simplesmente simbólico, de “faz de conta”, mas de compromisso, de combate e de fé autêntica. Agora é imitar Pedro e Paulo, os grandes lutadores na fé, até o martírio, jamais esquecidos pelos guerreiros cristãos de ontem e de hoje.
Fonte:CNBB
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Papa indica amizade com Jesus como "programa de vida sacerdotal
A Santa Missa em comemoração aos 60 anos da Ordenação Sacerdotal de Bento XVI foi presidida pelo Pontífice na manhã desta quarta-feira, 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, na Basílica de São Pedro.
Ao longo da cerimônia, também houve a entrega do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitanos nomeados ao longo do último ano, entre os quais sete brasileiros.
O Papa centrou sua homilia em torno da expressão "Já não vos chamo servos, mas amigos" (cf. Jo 15, 15). Segundo o ordenamento litúrgico do tempo de sua Ordenação, essas palavras eram ditas pelo bispo ao final da cerimônia e significavam a explícita concessão aos novos sacerdotes do mandato de perdoar os pecados.
"'Já não sois servos, mas amigos': nesta frase está encerrado o programa inteiro de uma vida sacerdotal", destacou. Ele disse que tal expressão gera uma grande alegria interior, mas, ao mesmo tempo, na sua grandeza, pode fazer o sacerdote sentir ao longo dos decênios calafrios com todas as experiências da própria fraqueza e da bondade inexaurível de Deus.
"Senti-me impelido a dizer-vos uma palavra de esperança e encorajamento; uma palavra, amadurecida na experiência, sobre o fato que o Senhor é bom. Mas esta é sobretudo uma hora de gratidão: gratidão ao Senhor pela amizade que me concedeu e que deseja conceder a todos nós. Gratidão às pessoas que me formaram e acompanharam. E, subjacente a tudo isto, a oração para que um dia o Senhor na sua bondade nos acolha e faça contemplar a sua glória", expressou.
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI nos 60 anos de sacerdócio e entrega do Pálio.: Confira fotos da cerimônia no Flickr
.: Papa comemora 60 anos de padre: dia mais importante da minha vida

Amizade e frutos
"O que é verdadeiramente a amizade?", questionou. E respondeu: "A amizade é uma comunhão do pensar e do querer. [...] Ele conhece-me pelo nome. Não sou um ser anônimo qualquer, na infinidade do universo. Conhece-me de modo muito pessoal. E eu? Conheço-O a Ele? A amizade que Ele me dedica pode apenas traduzir-se em que também eu O procure conhecer cada vez melhor".
Segundo o Pontífice, a amizade não é apenas conhecimento, mas sobretudo comunhão do querer. "Significa que a minha vontade cresce rumo ao 'sim' da adesão à d’Ele. Na amizade, a minha vontade, crescendo, une-se à d’Ele: a sua vontade torna-se a minha, e é precisamente assim que me torno de verdade eu mesmo".
Essa expressão de Jesus sobre a amizade está no contexto do discurso sobre a videira, imagem que alude à tarefa dada aos discípulos - "Eu vos destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça" (Jo 15, 16). Por isso, a primeira tarefa dada aos discípulos, aos amigos, é pôr-se a caminho: "Sair de si mesmos e ir ao encontro dos outros. O Senhor exorta-nos a superar as fronteiras do ambiente onde vivemos e levar ao mundo dos outros o Evangelho, para que permeie tudo e, assim, o mundo se abra ao Reino de Deus", afirmou.
O Bispo de Roma explicou que o fruto que o Senhor espera de nós é como o vinho, imagem do amor no discurso sobre a videira. No entanto, advertiu que o Antigo Testamento recorda que o vinho esperado das uvas boas é imagem da justiça, que existe em uma vida vivida segundo a lei de Deus.
"E não digamos que esta é uma visão veterotestamentária, já superada. Não! Isto permanece sempre verdadeiro. O autêntico conteúdo da Lei é o amor a Deus e ao próximo. Este duplo amor, porém, não é qualquer coisa simplesmente doce; traz consigo o peso da paciência, da humildade, da maturação na educação e assimilação da nossa vontade à vontade de Deus, à vontade de Jesus Cristo, o Amigo. Só deste modo, tornando verdadeiro e reto todo o nosso ser, é que o amor se torna também verdadeiro, só assim é um fruto maduro. A sua exigência intrínseca, ou seja, a fidelidade a Cristo e à sua Igreja requer sempre que se realize também no sofrimento. É precisamente assim que cresce a verdadeira alegria. No fundo, a essência do amor, do verdadeiro fruto, corresponde à palavra relativa ao pôr-se a caminho, ao ir: amor significa abandonar-se, dar-se; leva consigo o sinal da cruz".
Pálio
O Papa recordou, ao impor o pálio aos Arcebispos Metropolitanos nomeados depois da última festa dos Apóstolos, que esse significa, em primeiro lugar, o jugo suave de Cristo que é colocado aos ombros dos Pastores.
"Assim, para nós, é, sobretudo, o jugo de introduzir outros na amizade com Cristo e de estar à disposição dos outros, de cuidarmos deles como Pastores. [...] Recorda-nos que podemos ser Pastores do seu rebanho, que continua sempre a ser d’Ele e não se torna nosso. [...] Por fim, o pálio significa também, de modo muito concreto, a comunhão dos Pastores da Igreja com Pedro e com os seus sucessores: significa que devemos ser Pastores para a unidade e na unidade, e que só na unidade, de que Pedro é símbolo, guiamos verdadeiramente para Cristo".
Ao longo da cerimônia, também houve a entrega do Pálio aos novos Arcebispos Metropolitanos nomeados ao longo do último ano, entre os quais sete brasileiros.
O Papa centrou sua homilia em torno da expressão "Já não vos chamo servos, mas amigos" (cf. Jo 15, 15). Segundo o ordenamento litúrgico do tempo de sua Ordenação, essas palavras eram ditas pelo bispo ao final da cerimônia e significavam a explícita concessão aos novos sacerdotes do mandato de perdoar os pecados.
"'Já não sois servos, mas amigos': nesta frase está encerrado o programa inteiro de uma vida sacerdotal", destacou. Ele disse que tal expressão gera uma grande alegria interior, mas, ao mesmo tempo, na sua grandeza, pode fazer o sacerdote sentir ao longo dos decênios calafrios com todas as experiências da própria fraqueza e da bondade inexaurível de Deus.
"Senti-me impelido a dizer-vos uma palavra de esperança e encorajamento; uma palavra, amadurecida na experiência, sobre o fato que o Senhor é bom. Mas esta é sobretudo uma hora de gratidão: gratidão ao Senhor pela amizade que me concedeu e que deseja conceder a todos nós. Gratidão às pessoas que me formaram e acompanharam. E, subjacente a tudo isto, a oração para que um dia o Senhor na sua bondade nos acolha e faça contemplar a sua glória", expressou.
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia de Bento XVI nos 60 anos de sacerdócio e entrega do Pálio.: Confira fotos da cerimônia no Flickr
.: Papa comemora 60 anos de padre: dia mais importante da minha vida
Amizade e frutos
"O que é verdadeiramente a amizade?", questionou. E respondeu: "A amizade é uma comunhão do pensar e do querer. [...] Ele conhece-me pelo nome. Não sou um ser anônimo qualquer, na infinidade do universo. Conhece-me de modo muito pessoal. E eu? Conheço-O a Ele? A amizade que Ele me dedica pode apenas traduzir-se em que também eu O procure conhecer cada vez melhor".
Segundo o Pontífice, a amizade não é apenas conhecimento, mas sobretudo comunhão do querer. "Significa que a minha vontade cresce rumo ao 'sim' da adesão à d’Ele. Na amizade, a minha vontade, crescendo, une-se à d’Ele: a sua vontade torna-se a minha, e é precisamente assim que me torno de verdade eu mesmo".
Essa expressão de Jesus sobre a amizade está no contexto do discurso sobre a videira, imagem que alude à tarefa dada aos discípulos - "Eu vos destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça" (Jo 15, 16). Por isso, a primeira tarefa dada aos discípulos, aos amigos, é pôr-se a caminho: "Sair de si mesmos e ir ao encontro dos outros. O Senhor exorta-nos a superar as fronteiras do ambiente onde vivemos e levar ao mundo dos outros o Evangelho, para que permeie tudo e, assim, o mundo se abra ao Reino de Deus", afirmou.
O Bispo de Roma explicou que o fruto que o Senhor espera de nós é como o vinho, imagem do amor no discurso sobre a videira. No entanto, advertiu que o Antigo Testamento recorda que o vinho esperado das uvas boas é imagem da justiça, que existe em uma vida vivida segundo a lei de Deus.
"E não digamos que esta é uma visão veterotestamentária, já superada. Não! Isto permanece sempre verdadeiro. O autêntico conteúdo da Lei é o amor a Deus e ao próximo. Este duplo amor, porém, não é qualquer coisa simplesmente doce; traz consigo o peso da paciência, da humildade, da maturação na educação e assimilação da nossa vontade à vontade de Deus, à vontade de Jesus Cristo, o Amigo. Só deste modo, tornando verdadeiro e reto todo o nosso ser, é que o amor se torna também verdadeiro, só assim é um fruto maduro. A sua exigência intrínseca, ou seja, a fidelidade a Cristo e à sua Igreja requer sempre que se realize também no sofrimento. É precisamente assim que cresce a verdadeira alegria. No fundo, a essência do amor, do verdadeiro fruto, corresponde à palavra relativa ao pôr-se a caminho, ao ir: amor significa abandonar-se, dar-se; leva consigo o sinal da cruz".
Pálio
O Papa recordou, ao impor o pálio aos Arcebispos Metropolitanos nomeados depois da última festa dos Apóstolos, que esse significa, em primeiro lugar, o jugo suave de Cristo que é colocado aos ombros dos Pastores.
"Assim, para nós, é, sobretudo, o jugo de introduzir outros na amizade com Cristo e de estar à disposição dos outros, de cuidarmos deles como Pastores. [...] Recorda-nos que podemos ser Pastores do seu rebanho, que continua sempre a ser d’Ele e não se torna nosso. [...] Por fim, o pálio significa também, de modo muito concreto, a comunhão dos Pastores da Igreja com Pedro e com os seus sucessores: significa que devemos ser Pastores para a unidade e na unidade, e que só na unidade, de que Pedro é símbolo, guiamos verdadeiramente para Cristo".
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